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Lista de Atrações:
(Clique nas fotos para ampliar)
Igrejas | Igrejas (Distritos)
| Casario e Arquitetura
Museus | Passeios | Imperdível
Igrejas:
Para horário de visitação e missas,
informe-se no Terminal Turístico (ver Serviços e Informações)
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Catedral Basílica
da Sé ou de Nossa Senhora da Assunção
: de arquitetura singela, bem ao estilo das primeiras construções
religiosas de Minas. Faz parte do conjunto das mais ricas
e importantes igrejas mineiras. Teve suas obras iniciadas
no princípio do século XVIII, com o erguimento
da primitiva capela de Nossa Senhora da Conceição.
Depois de sucessivas ampliações foi concluída
em 1760. Se por fora o prédio tem um aspecto sólido
e sóbrio, por dentro impressiona pela riqueza de sua
ornamentação. Mestres como Ataíde e Aleijadinho
contribuíram com seu talento para dar mais fausto à
decoração. Merece destaque o cadeiral dos cônegos
(com pinturas de inspiração oriental), o lavabo
da sacristia (atribuído a Aleijadinho) e o órgão Arp
Schnitger. O concertos na Catedral são uma atração
imperdível.
Praça Cláudio Manoel ou da Sé
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São Francisco de
Assis : na igreja estão os restos mortais de
Mestre Ataíde (sepultura 94, no chão), nascido
em Mariana. São do artista as pinturas da nave e da
sacristia, além das três imagens da Paixão
(tabernáculo, altar-mor e altar de Santa Isabel). Os
púlpitos em pedra-sabão são atribuídos
a Aleijadinho, que deixou clara sua influência nas sineiras
e risco da fachada. Sua construção se estendeu
de 1762 a 1794 e contou com a participação do
mestre de obras José Pereira Arouca.
Praça Minas Gerais s/n
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Nossa Senhora do Carmo
: surgiu a partir de um pequeno templo erguido em 1759. Teve
suas obras iniciadas em 1783, só concluídas
no século seguinte. Na fachada o escudo possui três
estrelas, representando os três grandes santos carmelitas:
profeta Elias, a mística Teresa d'ávila e Simão
Stock. Este último, um nobre que aderiu à ordem,
aparece na pintura da nave. Recebe um escapulário com
a missão de espalhar no ocidente a devoção
à Virgem do Carmo. A igreja foi quase completamente
destruída por um incêndio em janeiro de 1999,
quando sua restauração total estava prestes
a ser concluída. O teto, pintado pelo famoso mestre
Francisco Xavier Carneiro, desabou. O altar-mor não
foi consumido pelas chamas. A fachada, o telhado e as paredes
internas foram recuperadas, minimizando a perda irreparável
das pinturas.
Localizada na praça Minas Gerais.
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Nossa Senhora do Rosário
: uma das mais belas da cidade. Começou a ser construída
em 1752, pela irmandade dos negros, sob a invocação
de Nossa Senhora do Rosário, São Benedito e
Santa Efigênia. De 1823 a 1826 Mestre Ataíde
fez as pinturas e o douramento do altar-mor e altares laterais.
Também participou da ornamentação o artista
Francisco Vieira Servas.
Rua do Rosário s/n
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São Pedro dos Clérigos
: é bem perceptível a influência italiana
nessa igreja da segunda metade do século XVIII. O traçado
poligonal e ovalado marcam bem esta característica.
Não se sabe quem foi o autor e executor do projeto.
Suas obras permaneceram paralisadas por mais de um século.
O exterior é imponente e se encaixa perfeitamente no
conjunto paisagístico ao seu redor. O interior é
bem simples e teve seu acervo de artes sacras transferido
para o Museu Arquidiocesano. Merece destaque o altar-mor em
cedro e um dos maiores santos-do-pau-oco de Minas. Da torre
se tem uma bela vista de Mariana. A subida é permitida.
Largo de São Pedro.
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Arquiconfraria de São
Francisco dos Cordões : formada por negros
e pardos foi criada por D.Frei Domingos Pontevel, em 1780.
O frontispício é marcado por seus três
planos.
Rua Dom Silvério
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Nossa Senhora das Mercês
: do século XVIII (1787). Assim como a Igreja do Rosário,
foi construída por uma irmandade de homens pretos.
Visita externa.
Rua das Mercês.
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Capela de Santo Antônio
: mais antigo templo de Mariana, às margens do Ribeirão
do Carmo, no local onde foi celebrada a primeira missa. Sua
importância reside neste fato, além de representar
muito bem a primitiva e descomprometida arquitetura dos primórdios
de Minas.
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Capela de Sant'Ana
: é uma das mais antigas de Mariana e data de 1720.
Sediou a Ordem de São Francisco até a construção
da igreja no Largo do Pelourinho.
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Capela de Nossa Senhora da Boa
Morte : localiza-se no Seminário Menor, primeira
instituição de ensino de Minas Gerais, onde
se formaram ilustres cidadãos. O Seminário foi
construído em 1750, a mando de D. Frei Manoel da Cruz.
Atualmente todo o conjunto pertence ao Instituto de Ciências
Humanas e Sociais, da Universidade Federal de Ouro Preto.
Rua do Seminário
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Capela do Senhor dos Passos
: é mais conhecida pelos marianenses como Capela de
São Jorge, santo padroeiro dos Dragões do Conde
de Assumar. A capela substituiu uma anterior, que ficava em
frente à cadeia velha, próxima à Matriz.
A cadeia velha foi derrubada em 1782, sendo suas funções
transferidas para o térreo da Casa da Câmara.
Uma nova capela foi erguida (1793) atrás do prédio,
por José Pereira Arouca. Sua simplicidade denuncia
a dificuldade da Irmandade do Senhor dos Passos em levantar
recursos para a obra.
Localização: atrás da Casa da Câmara
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Igrejas (Distritos):
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Bom Jesus do Monte :
localizada no distrito de Furquim, a aproximadamente 27 quilômetros
da cidade (sentido Ponte Nova). é tombada pelo Instituto
do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
(Iphan). Em frente a ela está um raro marco de posse
da Coroa Portuguesa. A construção, do século
XVIII, é imponente e possui um rico interior.
Acesso asfaltado, via Rodovia dos Inconfidentes.
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São Caetano
: o fundador de Mariana, o bandeirante Salvador Fernandes,
está sepultado nesta igreja, no distrito de Monsenhor
Horta, a 19 quilômetros da cidade. Tem arquitetura sisuda
e pesada, aspecto visível em suas torres laterais baixas.
A igreja, cuja construção começou em
1730, é tombada pelo Iphan. Seu interior é ricamente
decorado, retratado na opulência do talento de vários
artistas que participaram de sua confecção.
Acesso asfaltado, via Rodovia dos Inconfidentes.
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Nossa Senhora da Conceição
: pertence ao distrito de Antônio Pereira. Embora pertença
a Ouro Preto, o distrito está mais próximo de
Mariana, a apenas nove quilômetros. Foi destruída
por um incêndio, restando a imponente fachada confeccionada
em blocos de pedra. Seu interior passou a abrigar um curioso
cemitério.
Acesso asfaltado, saída para a cidade de Santa Bárbara.
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Capela de Nossa Senhora do
Carmo : construída na entrada do distrito de
Furquim, às margens do famoso Ribeirão do Carmo.
De arquitetura singela, merece destaque a sineira lateral.
é do século XVIII.
Acesso asfaltado, via Rodovia dos Inconfidentes.
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Santa Teresa : está
no distrito de Ribeirão do Carmo. Reina quase que solitária
na paisagem, nos dando um idéia da dimensão
da fé dos homens de Minas. No fundo do bucólico
vale corre o famoso ribeirão.
Acesso asfaltado, via Rodovia dos Inconfidentes.
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Nossa Senhora da Conceição
: distrito de Cachoeira do Brumado, localizado em um agradável
vale. Sua arquitetura simples e sóbria é típica
das primeiras construções religiosas de Minas.
Em seu interior predominam pinturas de cores fortes e contrastantes,
que dão um toque peculiar à igreja.
Acesso asfaltado, via Rodovia dos Inconfidentes.
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Nossa Senhora da Glória
: localizada num dos primeiros núcleos de povoamento
da região. é provavelmente do começo
do século XVIII. Possui rico trabalho de talha no altar-mor
e altares laterais. A pintura do forro tem estilo ilusionista.
Distrito de Passagem de Mariana, a quatro quilômetros
da cidade (trecho asfaltado).
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Matriz de Nossa Senhora
da Conceição (Camargos) : foi iniciada
em 1707 e é uma das mais antigas de Minas Gerais. Situa-se
no alto de uma colina, local onde existia uma tosca capela
da época da fundação de Mariana. Possui
uma das primeiras pinturas de igreja do estado, atribuída
a Jacinto Ribeiro.
Distrito de Camargos, a 20 quilômetros da cidade, saída
para a cidade de Santa Bárbara. Acesso por estrada
de terra.
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Casario e arquitetura:
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Casa da Câmara e Cadeia
: no local existiu o quartel dos Dragões, guarda que
servia aos governadores da capitania. Lá depois foi
construído - na segunda metade do século XVIII
- um imponente prédio, onde foi instalada a Câmara,
tendo na frente um pelourinho. Medidas como estas estavam
entre as primeiras providências tomadas pela Metrópole
para ordenar e regulamentar importantes espaços públicos.
Em seu andar térreo funcionava a cadeia.
Praça Minas Gerais
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Pelourinho : estas
construções serviam como Marcos de Jurisdição.
Neles eram castigados os infratores. O pelourinho original
de Mariana foi executado por José Moreira Matos em
1750 e demolido em 1871. O atual foi construído na
década de 1970. Tem no alto um globo simbolizando as
conquistas marítimas portuguesas. O braço esquerdo
sustenta uma balança, representando a justiça.
O direito segura uma espada, ou seja, a condenação.
Ao centro está o Brasão Português.
Praça Minas Gerais
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Chafariz São Francisco
: sólida construção bem ao lado da Praça
Gomes Freire, antigo reduto da elite marianense. Vizinho a
ele está a casa que pertenceu ao Conde de Assumar e
depois ao primeiro bispo de Mariana. Sua arquitetura bem trabalhada
denota sua importância, simbolizada também pela
coroa e brasão esculpidos no frontão.
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Chafariz São Pedro
: localizado no Largo de São Pedro, próximo
a esta igreja. Os chafarizes eram pontos de encontro da população,
uma vez que representavam a maneira mais prática de
se obter água naquela época. O movimento durante
todo o dia era intenso. O de São Pedro tem linhas rústicas,
denunciando que fora mais utilizado pelas pessoas comuns e
menos abastadas.
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Casa do Barão de Pontal
: possui uma preciosidade, as sacadas rendilhadas em pedra-sabão,
únicas em Minas Gerais e talvez no Brasil. Foi residência
de Manoel Inácio de Melo e Sousa, Barão de Pontal,
deputado e presidente da província de Minas Gerais
de 1831 a 1833.
Rua Direita 50
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Casa do Conde de Assumar
: nela residiu D. Pedro de Almeida, o Conde de Assumar, governador
da Capitania de São Paulo e Minas de Ouro entre 1717
e 1720. Na revolta de mineradores, conhecida como Sedição
de Vila Rica, o prédio serviu como local de articulações
e resistência. O líder do motim, Felipe dos Santos,
foi cruelmente morto em Vila Rica (atual Ouro Preto). A casa
depois abrigou D. Frei Manuel da Cruz, o primeiro bispo de
Mariana.
Travessa São Francisco de Assis 20
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Casa Setecentista
: é sede do Instituto do Patrimônio Histórico
e Artístico Nacional (Iphan) em Mariana. Faz parte
do conjunto arquitetônico da rua Direita.
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Casa da Intendência/Casa
da Cultura : do início do século XVIII.
Funcionou de residência para o Intendente e, ao mesmo
tempo, como Casa de Fundição e de arrecadação
de impostos.
Rua Frei Durão 84
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Museus:
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Arquidiocesano
: berço da religiosidade mineira, Mariana tem neste
museu um fabuloso acervo de objetos utilizados no cerimonial
religioso. São esculturas, prataria, mobiliário,
jóias, vestimentas, pinturas... Possui obras atribuídas
a Aleijadinho e Manuel da Costa Ataíde. O prédio
é de 1770 e funcionava como Casa Capitular, lugar das
reuniões dos cônegos. Segundo alguns historiadores,
no andar térreo funcionou um Aljube, espécie
de prisão para eclesiásticos.
Rua Frei Durão 49.
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Alphonsus de Guimaraens
: sobrado que foi residência do poeta, escritor e juiz
Alphonsus, que lá viveu de 1913 a 1921. é característico
da arquitetura urbana do século XVIII. Hoje funciona
como museu, com objetos pessoais, arquivo e biblioteca.
Rua Direita 35
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Museu da Música
: Centro Cultural Dom Frei Manoel da Cruz. Funciona no antigo Palácio dos Bispos. Trata-se de um museu
que reúne o mais importante acervo latino-americano de música sacra manuscrita, sendo o único do gênero no país.
Entre seu acervo estão partituras, documentos raros dos séculos XVIII e XIX, instrumentos musicais e livros.
É palco de concertos, atividades de formação, oficinas e exposições permanentes. Aberto à visitação de terça
a domingo. Entrada franca.
Rua Cônego Amando s/n - Centro
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Passeios:
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Praça Gomes Freire
: um dos locais mais agradáveis de Mariana, cercado
por casario do século XVIII. O lugar era antigamente
utilizado para cavalhadas e touradas, festas religiosas e
reais. Ainda existe um bebedouro para os animais, construído
no governo do Conde de Assumar.
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Seminário Maior São
José : o prédio é de 1934 e tem
uma linda capela, com pinturas do italiano Pietro Gentilli.
A escadaria principal tem incrustações de topázio
imperial bruto. Visitação limitada por se tratar
de um local de meditação.
Rua D.Viçoso
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Cachoeira do Brumado
: distrito a 22 quilômetros do centro de Mariana. A
cachoeira de mesmo nome é ponto de encontro de gente
jovem e proporciona horas de puro lazer. Além de bucólico,
o lugar também é muito conhecido por seu artesanato
em pedra-sabão, sisal, talhas e tapeçaria.
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Pico do Itacolomi
: embora muitos acreditem que o pico fica em Ouro Preto, na
verdade ele pertence à Mariana. A formação
rochosa (1752m) serviu como ponto de referência para
os bandeirantes. Um dos primeiros a chegar aos pés
do Itacolomi, no aurífero Vale do Tripuí, foi
Antônio Dias em 1698, vindo de Taubaté. A notícia
correu rapidamente e levas de aventureiros se dirigiam àquela
mítica montanha, usando para isso vagas instruções
geográficas. Levou um certo tempo para que conseguissem
finalmente encontrar o pico, até então mais
um cume perdido no mar montanhoso de Minas. Hoje o Parque
Estadual do Itacolomi (com matéria já publicada na Revista
Idas Brasil) preserva este marco da conquista do ouro, proporcionando
aos visitantes curiosa vegetação, vales, rios,
formações rochosas e panorâmicas de tirar
o fôlego. Visite em grupo, acompanhado por um guia local.
Acesso pela Rodovia dos Inconfidentes, antes de chegar à
Mariana (sentido de quem chega de Belo Horizonte). Visita
com autorização.
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Gruta da Lapa : localizada
no distrito de Antônio Pereira. Embora pertença
a Ouro Preto, o distrito está mais próximo de
Mariana, a apenas nove quilômetros. Foi provavelmente
refúgio de escravos e hoje é lugar de peregrinação.
Nela foram encontrados vários objetos pessoais, datados
do século XVIII. Tem perto de 20 salas, algumas iluminadas
artificialmente. Existe uma pequena capela em seu interior.
Chaves com o zelador local.
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Imperdível:
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Mina da Passagem
: o que se lê nos livros sobre a exploração
do ouro em Minas Gerais pode ser visualizado na Mina da Passagem.
Visitá-la é como viajar pela história,
vivenciando a saga e a sina perigosa dos homens que procuravam
pelo ouro no interior das montanhas mineiras. Só desta
mina foram retiradas aproximadamente 35 toneladas do precioso
metal, desde o início de suas atividades, na primeira
metade do século XIX, até 1984. Possui amplos
salões, 30 quilômetros de túneis e lagos
subterrâneos de águas cristalinas, onde é
praticado o mergulho em caverna. Um pequeno trolley (espécie
de vagão com bancos), usado pelos mineiros na
época da exploração do ouro,
leva o turista a mais de 120 metros de profundidade.
Localização: Distrito de Passagem de
Mariana, a quatro quilômetros da cidade
Visitas guiadas: R$17,00 (adultos) e R$14,00 (crianças
de 6 a 12 anos). Preço especial para grupos.
Horário: diariamente, de 09:00 às 17:30h
Obs: preços e horário sujeitos a mudanças
inesperadas
Contato: (0xx31) 3557-5000
Site: www.minasdapassagem.com.br
E-mail: contato@minasdapassagem.com.br
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Concertos - órgão
Arp Schnitger : instrumento de valor inestimável,
construído pelo alemão Arp Schnitger (1648-1719), que viveu
na região de Hamburgo e é considerado um dos
maiores construtores do gênero de todos os tempos.
Datado da primeira década do séc. XVIII, veio para Mariana em 1753, como presente do
rei D.João V ao primeiro bispo de Minas. A decoração da caixa do órgão
tem motivos chineses em tons de vinho, verde escuro e dourado.
Sua concepção é uma feliz combinação
do estilo alemão com o português. Ouvi-lo
é reviver a efervescente história musical das
Minas Gerais do Ciclo do Ouro. Havia coros, orquestras e músicos
de renome na cidade. As partituras da época estão
sendo restauradas pouco a pouco, trazendo das sombras os sons
de nossos antepassados. Mariana é sede da Associação
Brasileira de Organistas, pólo desta manifestação
artística no país. O órgão Arp Schnitger de Mariana é
um dos mais conservados desta manufatura no mundo, sendo
o único localizado fora da Europa.
Local: Catedral (Praça da Sé)
Horário: sextas (11:00h) e domingos (12:15h)
Ingressos: R$12,00 (sujeito a mudanças inesperadas). Reservas pelo telefone (0xx31) 3558-2785.
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Maria Fumaça (Mariana - Ouro Preto) : a construção do ramal de Ouro Preto foi iniciada em 1883, tendo seu prolongamento até Mariana concluído em 1914. Foi um sonho acalentado durante muito tempo, já que a locomotiva naqueles idos era um modelo de prosperidade, um marco do progresso. Tudo isso quando o ouro já não vertia mais. Era preciso substituir o sonho do ouro por outro. E o trem permitia isso. Também serviu para selar ainda mais o destino destas duas cidades, irmãs na história contada em suas estações. Restaurada em 2006, a estrada de ferro, com seus 18 quilômetros, recebe agora os turistas, que têm mais um motivo para conhecer e penetrar nos segredos de Minas.
Para horários e tarifário clique AQUI.
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